A primeira vez que vi esse cidadão chamado Isaac Katlab na loja, logo percebi que o conhecia de algum lugar. O rapaz de camiseta azul desbotada, calça social e sapato, imediatamente me lançou um olhar fulminate na intenção de me pessoadir a amá-lo. Algo que logicamente não aconteceu. Após o ocorrido, o jovem vendedor me encarava descaradamente prontamente a me mandar um beijo, tentando me desconcentrar de meu aprendizado como novato. Passaram-se alguns dias até chegarmos àquele dia... Era próximo do meio-dia e por coincidência, Isaac Katlab foi designado a me acompanhar até o restaurante para que eu pudesse aprender o difícil caminho até nosso local de alimentação. No momento em que saímos da loja, o rapaz de nariz pontudo, prontamente se ajoelhou perante minha pessoa e convidou-me formalmente para almoçar. Sem nem ao menos processar os fatos, saí correndo e me escondi no banheiro. Após dez minutos, voltei ao local aonde se encontra o jovem de orelhas compridas. Sem dizermos uma palavra sequer, caminhamos lado à lado mas distantes, até o "Panela de Barro". Foi então que nos servimos e Isaac se ofereceu a sentar ao meu lado. Felizmente isso não aconteceu e o mesmo sentou à mesa ao lado da minha. Enquanto mastigava minha deliciosa comida, olhei para o lado e reparei que o garoto de olhos puxados me encarava de forma meiga com o queixo apoiado pelas mãos. Rapidamente corri para o banheiro e tranquei a porta. Depois de três minutos, retornei e disse: "Isaac, vira homem!". E após meu recado, o veterano vendedor tentou tocar minha mão de forma discreta, algo que com certeza não aconteceu. O pior momento deste almoço, foi quando o sorridente rapaz tentou dar-me comida na boca e tentar limpar meus lábios com sua língua, coisas que de fato não ocorreram. Felizmente sobrevivi a esta experiência homo.
Foi como se tivesse acontecido ontem. Murillo Borges. Aquele rapaz alto de cabelo encaracolado usando óculos de grau sentado no sofá da Genko com as pernas juntas e as mãos em cima das coxas com anel prata no polegar direito e um relógio preto no pulso esquerdo. Em sua face, observava-se apenas aquele olhar sereno e meigo, juntamente com uma respiração ofegante que se esvaireceram no momento que se deu 8:00. Quando ele se levantou, seus seios imediatamente se moveram para cima e para baixo pela forma repentina que se executou a ação. Suas pernas longas e peludas quase não aguentaram o peso de seu corpo e por pouco não podia-se ouvir o estalar de seus joelhos enfraquecidos pelo trabalho extra exigido. Ao dar o primeiro passo, o jovem barbudo de nariz de batata, estendeu seus braços para fora e ao caminhar, podia-se compará-lo a uma pessoa desfilando na passarela. A todo momento, o elegante rapaz me observava, lançava olhares e lambia os beiços sem nenhuma razão aparente. A partir daí, ele tentou me se aproximar de mim dizendo que era de uma cidade chamada Jacaré, fundada por Jacaré do grupo "É o Tchan", que era miguxo da Grazi e apaixonado pelo Cauã. A primeira palavra que me veio à cabeça foi: "gay". Inclusive, a cada segundo que nos cruzavámos na loja, Murillo Borges tentava dar um tapa em minha nádega esquerda, algo que felizmente nunca aconteceu.
Este dia é difícil de se esquecer. Miguel Felix surgiu do nada, como coelho tirado em cartola. Eram 9:43 a primeira vez que o vi. Ele estava aprendendo sobre o estoque e com seu andar soberbo, se aproximou de mim e me encarou de forma que parecia eu ser a última pessoa na face da Terra. Após o ocorrido, o jovem de sobrancelhas grossas utilizava todos os meios para me ver, seja bebendo água ou passando pelos corredores do estoque. A cada momento em que estava próximo, seus imensos olhos redondos se retiravam para o desdem, na busca de encontrar algum assunto para discutir com minha pessoa. Foi daí que notei que o rapaz de calça-jeans larga e tênis de skatista tinha um lado oculto prestes a se revelar. Depois de alguns dias, ele tomou coragem e chegou dizendo à mim: "oi, meu nome é Miguel e vim da Espanha". E rapidamente ele virou seu rostinho em 45º e voltou a falar: "seu nome é Fernando né? Você é um gatinho". Em um piscar de olhos saí correndo para o banheiro e fiquei por lá durante nove minutos. Voltei e gritei para o menino de voz grossa: "vira homem, rapaz". Então Miguel Felix abaixou a cabeça, mostrando um olhar de decepção. Uma semana depois, notei que ele encontrara alguém da sua raça. Tratava-se de Adriano Maia. Muitas vezes em que ia para o estoque de cima, encontrava Miguel esfregando a mão a boca e Adriano fechando o zíper da calça. Foi uma das coisas mais traumaticas já vistas por mim.
1 comentários:
kaokaokaokaokao ... mtuu bom ... mas pd assumir fernando .. vc estava com dor de barriga ... por isso ia ao banheiroo ... kaokaokaoa o melhorr da historia foi vc reparar nas pernas peludas do murilo ... oww ele eh comprometido .. naum fica bem vc olharr!!! ... akoakoakoakoakoakoa
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