Maia´s Fest 2009 (30/05)

Uma festa das boas. Equilibrada com números aproximados entre homens e mulheres para azar de alguns de nossos amigos. Muita cerveja, caipirinha e vinho. A companhia dos amigos, inclusive até de meu amigo Anderson Lee e o sumido Rodrigo B. Nobre. E até banda tínhamos na festa. Mas infelizmente, como nunca falta, algumas pessoas se exaltaram e demonstraram seu lado "sombrio" que sinceramente, eu já desconfiava.

É inevitável não notar a facilidade com que Anderson Lee e Murillo Borges se apegaram. É como se ambos se completassem ou como se eles tivessem uma conexão. Seria algo que esteve escrito nas estrelas? Em diversas situações era notável a troca de olhares e as tentativas frustrantes de se tocarem diante das pessoas. Eles procuravam sempre ficar lado à lado para que ninguém percebesse, mas com meus olhos de falcão, logo percebi tal ação. Inclusive houve um determinado momento em que seus dedos se entrelaçaram e finalmente eles puderam compartilhar aquele sentimento mútuo entre os dois. No entanto, usarei todos os meios cabíveis para impedir essa sem-vergonhice, pois Anderson e Murillo são meus amigos e eu não posso permitir que caminhem para o caminho contrário à felicidade.

Com certeza o casal mais marcante da festa foi Renato e seu amigo. Não tinha como eu não notar como os dois conversavam e se tocavam de forma suave à ponto de ser praticamente desperbido. Mas com meus olhos de falcão e meu sensor aranha, logo detectei que algo estava muito errado entre esses dois e comecei a notar diversas coisas, como por exemplo o modo como se olhavam. Era nítido o afeto que havia ali, inclusive me aproximei na tentativa de tentá-los perssuadi-los de que a vida é muito mais do que isso. Que mulher é um dos melhores prazeres da vida. Infelizmente não fui convincente e subitamente, o anfetrião da chacara e seu "companheiro" desaparecem em uma triste escuridão.

A dupla dinâmica formada por Adriano Maia e Rodrigo Nobre é a mais polêmica. Como pode-se notar na foto ao lado, Rodrigo estaria desnorteado pelo toque de seu "companheiro" em sua face e estaria aproveitando cada momento que lhe resta ao lado dele. Adriano está alegre na foto, feliz por estar com a pessoa que ama. Agora voltando a Maia´s Fest 2009, nosso amigo Adriano se entregou completamente ao seu lado homossexual. Inclusive, em determinada hora ele disse: "Rô, pra você é tudo de graça. O que você quiser eu dou sem pensar duas vezes". Foi neste exato momento em que dissera essas determinadas palavras que percebi que a ternura que existia entre ambos era recíproca, tanto que Rodrigo, vulgo Toledo, apenas lhe respondeu com uma leve piscadinha sem nem mesmo ser notado por sua esposa Aline.

Pensa em uma pessoa que me mata de vergonha na festa. Pois então, para aqueles que não conhecem: Yndjanara Barbosa. A embriaguez era tanta que ela não sabia nem ao menos diferenciar direita e esquerda. Sem contar que falava tudo enrolado. Sem comentários!

Durante a festa, Jaqueline Vincentini me levou para Paisandu com o propósito de buscar sua irmã. Após dezessete minutos chegamos ao local e voltamos para a Maia´s Fest 2009. Infelizmente, a Jaque e a Vivi não quiseram voltar para a festa porque estavam com sono e também por frescura. Gostaria de aproveitar este espaço para avisar a senhorita Jaqueline Mantovani que eu desisti oficialmente de tenta-la ajudá-la amorosamente! E que mesmo eu lhe conseguindo bons partidos, ela só quer o galã da novela das seis! Deixa você Jaqueline.

Para finalizar, gostaria de parabenizar os anfetriões pela festa. Foi muito legal e aqueles que não foram se arrependeram. O único lado negativo da festa é que o Anderson Lee, Isaac Katlab, Murillo Borges/Liz Karina e a Nayara Bertholi desapareceram sem ao menos se despedirem e a Yndjanara B. que não cumpre o que fala.

Viagem a Curitiba (pt.2)

Finalmente a cidade de Curitiba. No momento em que acordei já estavamos em frente à rodoviária. Isaac estava sentado de ladinho na espera que alguém desse o bote, fato que felizmente não aconteceu por falta de pretendentes. Então lhe acordei apenas dizendo: "acorda, rapaz". Atordoado pela viagem, o rapaz de blusa verde cocô de cavalo desceu do ônibus em busca de terra firme e assim poder respirar o ar da nossa capital paranaense. Ao concretizar ato, ou seja, respirar esse tão esperado ar, o menino de tênis da puma tossiu imediatamente. Ao executar a ação, pensei ser o leitinho (choko-milk) descendo guela abaixo do cidadão, mas após se inclinar levemente para frente, o garoto da jeans da "ecko" falou: "meeeeeuuuu deuuuusss, que fedor! Parece que comi fezes!". Ao olharmos para o lado, avistamos um esgoto a céu aberto e imediatamente Isaac Katlab gritou: "ai, credo! Que cheirinho horrível". Minha atitude foi apenas olhar para ele e dizer: "Isaac, cala boca". Em seguida decidimos procurar algum lugar para que pudessemos tomar café da manhã. Durante o trajeto, estavamos totalmente perdidos e nosso amigo de boné da "wilson" decidiu procurar um cidadão curitibano para perguntar a localização de alguma panificadora próxima. Então, quando estavamos em uma avenida com pouca movimentação de carro e também de pessoas (eram 07:09), em uma calçada de larga passagem e deserta, surge uma moça com aproximadamente trinta e cinco anos, cabelos lisos, longos e castanhos (provavelmente pintado), olhos cor de mel, lábios carnudos, nariz fino, dentes brilhantes com um pequeno pedaço de alface próximo ao (dente) canino, blusa verde cacharrel com uma mancha bege próximo a cintura na lateral-esquerda, jeans azul-marinho da "lee" com um pequeno detalhe no bolso da frente na parte direita, meia-fina na cor preta da "luppo", um sapato bico fino e salto alto da "via uno" nº36 e uma bolsa preta de tamanho médio da "D&G" já um pouco desgastada. Ansioso em conversar com a assustada moça, Isaac a aborda de forma precipitada e totalmente inadequada gritando: "moça, moça", gesticulando com a mão para que a estranha mulher se aproximasse dele. Enquanto eu estava três metros atrás, o extrovertido rapaz se encontrava a dezenove centímetros dela e ao balbuciar no ouvidinho da curitibana, a gordinha começa a correr como se esse ato fosse o último de sua vida e ao mesmo tempo gritando: "ai meu Deus! eu não tenho nada, saí daqui! aiiiii!". Seus enormes peitos apenas saltitavam rapidamente a ponto que parecessem que iriam criar vida. Isaac fica boquiaberto com olhos arregalados sem que seu corpo fizesse qualquer movimento, reinando um silêncio que nos permitia ouvir nossa própria respiração. Então ele vira e fala: "japa, o quê que foi isso?". Pasmo, eu apenas gesticulo com os ombros que não sei. Sinceramente esse foi o fato mais marcante da viagem à capital. Após isso tudo, finalmente encontramos uma panificadora e novamente mais um fato inusitado: as mãos do esquecido rapaz estavam tremendo e seus olhos apenas olhavam com desdém. E eu percebi que quando ele está assim, o negócio dele é comer o famoso "enrolado de carne", um pequeno (9cm) salgado de forma cilindríca revestida com uma pele fina e recheada com carne dentro. E também sempre acompanhado de leite (choco-milk). O mais insólito disso tudo é que ele gosta de colocar o leite na ponta do "enrolado de carne" e antes de morder, nosso amigo utiliza a língua para retirar o leite do salgado, lambendo-o lentamente começando pelos lados e finalizando com a ponta. Talvez ele quissesse expressar alguma coisa com isso, mas será que alguém consegue entender uma coisa como essa? Enfim, após tomarmos nosso café da manhã, voltamos para a rodoviária e sentamos em um banco frente ao ônibus para descansar e depois de seis minutos voltamos ao nosso transporte. Ao chegarmos lá, a porta estava fechada e o motor já estava ligado, então o motorista abriu a porta, entramos e ouvimos nosso guia dizer no "walk-talk": "achei eles, pode deixar", enquanto todos nos olhavam com olhar de desprezo por fazê-los esperar por míseros minutos. Em outras palavras, quase ficamos presos na rodoviária! Breve a continuação dessa estranha viagem!

Dia Estranho

Hoje fora um dia estranho... fatos demasiados conturbam minha cabeça. Primeiramente fui noticiado ontem sobre a Maia´s Fest 2009 promovida por Adriano Bilis Maia (rapaz de bochecha rosada agachadinho na frente). No dia seguinte (hoje), Isaac Katlab (mini-moicano com camiseta vermelha) me procura no "MSN" afirmando que queria sair com minha pessoa, com o pretexto de apreciar minha presença. No momento em que o avisto em frente ao shopping Avenida Center, o rapaz do boné verde da Wilson grita por mim de forma totalmente ultrajante: "oi lindo!" e rapidamente corri na direção contrária a ele, passando despercebido pelas demais pessoas que o cercavam naquela hora. O sorridente e desinibido menino decide então encontrar nosso amigo e "companheiro" particular de Isaac em seu local de trabalho. Esse esbelto jovem e barbudo atende pelo nome de Murillo Borges (rapaz de boné branco) que nos acompanhou até chegarmos ao nosso ponto de chegada, o shopping. Durante o trajeto, algo muito suspeito ocorreu. Murillo e Isaac queriam que eu andasse entre os dois e ambos me lançavam olhares meigos que particularmente não entendi o por que. E ambos tocavam minha mão suavemente com a intenção de passar seus dedos entre os meus. E foi por isso que decide caminhar um pouco atrás. Próximo à av. São Paulo, nosso amigo de óculos pronuncia as seguintes palavras: "Quero você". Na minha percepção eu apenas cometi um equívoco entendendo as palavras erradas, pois no momento em que dissera isso, estavamos comentando sobre a Maia´s Fest 2009 e como Murillo chegaria a festa. Foi daí que ele falou: "Quero você" o que provavelmente seria "Vou com você".

Já de volta ao ponto de partida, decidimos nos encontrar Tabata, menina vaidosa e espontânea, e trocamos palavras durante dois minutos. Em seguida, um fato inusitado que me deixou surpreso: Isaac observando botas femininas com intuito de comprá-las, pois ao análisa-las, dissera: "M-A-R-A-V-I-L-H-O-S-A" me deixando totalmente cabisbaixo e decepcionado. Foi daí que percebi que transformá-lo em homem seria como mudar água para o vinho. Mais adiante, Murillo com a camisa pólo da Usaflex (marca de sapato para idosos), decide comer dois pequenos lanches durante seu almoço e novamente fatos inusitados são repetidos quando o mesmo dissera o seguinte: "sou chegado no leitinho". Provavelmete ele não percebera que sua frase gerou ambiguidade naquela exata hora, mas alguns segundos depois notei que sua face se esvairou e momentaneamente o garoto de cabelo encaracolado ficou vermelho. Simplesmente fingi que nao notei. Mas passaram-se muitas hipóteses em minha mente. Ao sair do shopping, Murillo voltou para seu local de trabalho e fomos à loja da esquina cumprimentar nossos ex-companheiros de trabalho. E foi daí que o carismático e descontraído Miguel Félix(pólo branca com dois brincos de argola nas orelhas, fazendo sinal de "\/") aparece. Ao nos encontrarmos frente a frente, sua primeira pergunta foi: "Está malhando, japa?" me deixando totalmente encabulado com a situação. Em seguida, Miguel se aproxima ao me ouvido, suspirando as seguintes palavras: "estou vendo que muita coisa está crescendo em você...". Rapidamente dei-lhe um tapa na face e saí correndo para longe desse rapaz com atitudes homossexuais. A partir daí tudo aconteceu normalmente, exceto o fato de Isaac Katlab querer me dar um beijo no rosto como despedida. Apenas uma tentativa, pois saí correndo.

*A foto um pouco acima à direita é a Tabata que me mata de vergonha!

Viagem a Curitiba (pt.1)

O objetivo desta viagem era o Concurso do Ministério da Fazenda. Mas o que marcou nessa aventura foram alguns fatos inusitados. Antes de entrarmos no ônibus, me deparei com um rapaz extravagante, espontâneo e com um olhar meigo. Seu nome é Isaac Katlab. Minhas primeiras palavras (logicamente) ao ser obrigado a cruzar com aquilo, foi dizer: "Vira homem!" e me lançando uma expressão de surpresa, o menino de blusinha verde cocô de cavalo com preta, uma jeans da "Ecko" e um tênis branco da puma, respondera: "japunêis", com um sotaque de interior misturado a sua voz terna. Consequentemente, entramos em nosso meio de transporte e sentamos em nossos lugares. Minha poltrona se localizava na parte do meio do ônibus, enquanto Isaac se acomodou com a ultima fila frente ao banheiro. Após seis minutos, me levo em conta que novamente aquela voz meiga e terna volta a pronunciar minha etnia com tamanha clareza, me levando ao espanto. Foi daí que inclinei minha cabeça para ao lado e justamente onde o rapaz descendente de árabe estava localizado, aparecia uma mão para o alto sinalizando para me aproximar. Levantei-me de minha poltrona e me aproximei de onde o menino de boné da Wilson estava sentado. De repente ele disse: "Senta comigo, japa". Ao ser forçado a escutar aquela terrível frase, uma única palavra latejava em minha cabeça: "gay!". A principio, minha primeira reação foi virar o rosto e retornar ao meu devido lugar sem dizer uma única palavra. Mas ao me sentar e admirar a paisagem do lado de fora, Isaac sentou-se ao me lado e me encarou com um olhar de quem iria me beijar. Percebendo que eu o estava ignorando devido suas atitudes homossexuais, o rapaz saiu correndo de encontro ao banheiro e tropeçou em uma pequena mala no chão. Levantou-se, entrou no cubículo e trancou a porta. Foi nesse momento que a pequena palavra "OCUPADO" na parte de cima da porta acendeu me fazendo refletir sobre minhas atitudes. Sempre fui contra o homossexualismo e me mostrei claro em relação a isso, mas eu sentia que eu poderia transformar esse repremido cidadão maringaense em homem. Então, bati a porta e disse o seguinte: "Ei, vou trocar de lugar com a menina que está ao seu lado". Como um passe de mágica, o rapaz com lágrimas aos olhos, abrira a porta e tentou me abraçar, mas esquivei e saí correndo. Com todos sentados em seus lugares, o ônibus começou a se movimentar. Antes mesmo de sair de Maringá, quase todos os passageiros estavam durmindo, provavelmente se concentrando para o concurso. Enquanto isso, nosso amigo com um sorriso no rosto ria e gesticulava. Queria alguém para conversar. E foi assim durante três horas, até que fizemos nossa primeira parada. Ao se acenderem as luzes Isaac falou: "Quero fazer xixi" e desceu correndo, como se sua vida dependesse apenas daquilo para sua sobrevivência. Calmamente todos descemos e em frente aos sanitários, encontrei o indeciso rapaz diante a porta e disse: "Ué, você ainda não foi no banheiro?" e ele respondeu: "Não sei em qual entrar." Irritado, de imediato dei um chute em sua nádega direita expressando minha impaciência. Após o ocorrido, comemos um salgado e apreciamos alguns dos produtos oferecidos. Em seguida, subimos novamente ao ônibus e continuamos nossa viagem. A partir daí, Isaac se acalmou e durmiu. 4:37 da madrugada me deparo com uma mão na parte inferior da minha coxa direita e perplexo pergunto irritado: "Que que é essa mão aqui?!" e com uma voz trêmula, responde: "Quero pegar o cinto". Detalhe: Isaac não usou cinto em nenhum momento da viagem e momentos antes após nossa partida da parada, ele pronunciou as seguintes palavras: "O quê que eu quero com essa bosta de cinto?!". Foi daí que lhe dei um soco em seu ombro e joguei o cinto para seu encontro. Após esses fatos, a viagem foi tranquila.Breve a continuação desta estranha viagem!

Sobre o Blog

Editado por Fernando Yukio Kusakariba, onde os fatos são expostos publicamente nos mínimos detalhes. Fique por dentro do dia-a-dia do único homem de verdade do planeta Terra e seus estranhos amigos!